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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Encontro sobre Cinema e Antropologia - BA

O antropólogo Claudio Luiz Pereira é um dos coordenadores do ciclo de debates sobre cinema e antropologia. Foto: Marco Aurélio Martins| AG.  A TARDE
O antropólogo Claudio Luiz Pereira é um dos coordenadores do ciclo de debates sobre cinema e antropologia. Foto: Marco Aurélio Martins| AG. A TARDE 

Programa imperdível para quem gosta de cinema e antropologia. Os professores da Ufba, Cláudio Luiz Pereira e Maria Cristina de Souza estão coordenando um ciclo de debates sobre o cinema antropológico. O Homem e o Mar é o tema da primeira sessão que começa amanhã, 3 (quinta-feira), às 17 horas, no auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Ufba (ISC), localizado no Canela, antigo prédio da Facom, no campus atrás do Hospital das Clínicas.
O objetivo do ciclo é mosrtar a relação entre cinema e antropologia, apresentar uma filmografia pouco conhecida e reunir o pessoal interessado no tema.
Confiram abaixo a programação:
Sessão 1. Amanhã – Os Pescadores de Aran (1934) de Robert Flarherty.
O filme aborda o cotidiano de uma família de pescadores da Ilha Aran, localizada na costa oeste da Irlanda e cercada por um mar enfurecido, com violentas tempestades. De forma heróica eles buscam a sobrevivência em condições sabidamente desfavoráveis, impostas por uma natureza furiosa. O aclamado diretor Robert J. Flaherty, o mesmo do clássico Nanook do Norte, lança mão de uma formidável e moderna edição na montagem deste filme. Com uma pequena equipe, Flaherty passou dois anos filmando e editando o drama deste grupo familiar. As imagens são deslumbrantes, e a estrutura do filme demonstra influências diretas da Escola Soviética de cinema. Debate com a participação do documentarista e professor Josias Pires Neto.
Sessão 2. Dia: 10/12 – Os Pescadores de Sargaços (1929) de Jean Epstein.
Filmada em 1929, em pleno movimento avant-garde francês, esta obra experimental foi elaborada por Epstein, que mesclou o ritmo das imagens atiladamente decupadas com algumas técnicas do cinema expressionista alemão. Um documentário social com experiências ousadas no dominio da antropologia visual. O filme é o primeiro de uma trilogia que retrata a vida insular da costa da Bretanha.Com a participação do professor Marcos Pierry (FTC – TVE-Bahia)

Sessão 3. Dia: 17/12 – A Ilha Nua (1960) de Kaneto Shindô.
A história de A Ilha Nua se passa a oeste do Japão, em um lugar onde se encontram as mais belas paisagens do país. Em uma das ilhas do lugar não há espaço para mais pessoas, além de uma única família que lá habita, uma casal com seu dois filhos. A vida é dura, dado a escassez de água e de alimentos, porém, mesmo assim, esta família vive tranqüilamente, até que um dia acontece uma desgraça que faz com que tudo mude. Tudo, exceto a luta particular e silenciosa dos homens contra os adversos elementos da natureza. Com a participação do professor Cláudio Pereira (Pos Afro-Ufba)